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	<title>Reforma Tributária &#8211; BHub</title>
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	<description>Contabilidade</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Mar 2026 12:17:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Reforma Tributária &#8211; BHub</title>
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	<item>
		<title>Novo &#8211; Imposto sobre aluguel por temporada 2026: quem realmente pode ser tributado com a Reforma</title>
		<link>https://homolog.bhub.com/post/novo-imposto-sobre-aluguel-por-temporada-2026-quem-realmente-pode-ser-tributado-com-a-reforma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Schneider de Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 12:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[locação de bens]]></category>
		<category><![CDATA[móveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O tema “imposto aluguel por temporada 2026” ganhou força após a circulação de informações afirmando que todos os proprietários passariam a pagar novo tributo imediatamente. A afirmação não reflete o texto legal. A Reforma Tributária criou critérios específicos para definir quem se torna contribuinte de IBS e CBS.&#160; Neste artigo, explicamos o enquadramento correto, os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O tema “<strong>imposto aluguel por temporada 2026</strong>” ganhou força após a circulação de informações afirmando que todos os proprietários passariam a pagar novo tributo imediatamente.</p>



<p>A afirmação não reflete o texto legal.</p>



<p>A Reforma Tributária criou critérios específicos para definir quem se torna contribuinte de IBS e CBS.&nbsp;</p>



<p>Neste artigo, explicamos o enquadramento correto, os limites legais e os impactos financeiros reais para locadores.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Imposto sobre aluguel por temporada 2026: de onde surgiu a confusão</strong></h2>



<p>A origem da dúvida está na equiparação da locação por temporada (até 90 dias) à atividade de hospedagem em determinadas situações.</p>



<p>No entanto, essa equiparação não é automática, pois ela depende do enquadramento do locador como contribuinte do regime regular de IBS e CBS.</p>



<p>O ponto central é que nem todo locador é contribuinte.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem pode ser contribuinte de IBS/CBS na locação por temporada</strong></h2>



<p>Para pessoa física, a lei estabelece dois critérios cumulativos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>possuir mais de três imóveis locados;<br></li>



<li>ter receita anual superior a R$ 240 mil com aluguel.<br></li>
</ul>



<p>Se esses dois requisitos não forem atendidos, a pessoa física permanece apenas no regime de IRPF.</p>



<p>Portanto, pequenos e médios proprietários não são automaticamente alcançados.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda para pessoa jurídica</strong></h2>



<p>No caso de empresas que exploram locação, a transição substitui PIS/Cofins por CBS dentro do modelo de IVA dual.</p>



<p>Contudo, a legislação prevê:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>isenção até R$ 600 por operação;<br></li>



<li>redução significativa da carga acima desse valor;<br></li>



<li>transição gradual entre 2026 e 2033.<br></li>
</ul>



<p>Assim, não há um aumento abrupto e generalizado.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transição: por que os próximos meses de 2026 não representam impacto pleno imediato</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>A implementação da Reforma ocorre em fases.</li>



<li>2026 marca ajustes iniciais e período informativo.</li>



<li>A cobrança plena se consolida progressivamente até 2033.</li>
</ul>



<p>Isso significa que o efeito financeiro não se materializa de forma uniforme nem instantânea.</p>



<p>Empresas que operam com locação devem, portanto, se planejar e não reagir por impulso.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Imposto sobre aluguel por temporada 2026 e o impacto no capital de giro</strong></h2>



<p>Embora o debate esteja concentrado na existência ou não de imposto, o efeito mais relevante pode ser operacional.</p>



<p>O novo modelo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aproxima o imposto do fato gerador;<br></li>



<li>exige maior consistência cadastral;<br></li>



<li>reduz espaço para ajustes tardios.<br></li>
</ul>



<p>Consequentemente, a gestão de caixa ganha protagonismo.</p>



<p>Empresas que não integrarem fiscal, contábil e financeiro podem enfrentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>descasamento de fluxo;<br></li>



<li>necessidade maior de capital de giro;<br></li>



<li>pressão financeira temporária.<br></li>
</ul>



<p>Portanto, o impacto não é apenas tributário, pois também passa a ser estratégico.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a legislação realmente estabelece</strong></h2>



<p>A base normativa correta está na:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Emenda Constitucional nº 132/2023;<br></li>



<li>Lei Complementar nº 214/2025;<br></li>



<li>PLP nº 108/2024;<br></li>



<li>Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025.<br></li>
</ul>



<p>Não existe criação de novo imposto específico sobre aluguel por temporada fora desse contexto.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>O debate sobre <strong>imposto sobre aluguel por temporada em 2026</strong> expôs mais desinformação do que mudança estrutural imediata, pois a Reforma Tributária cria critérios claros, limites objetivos e uma transição progressiva.</p>



<p>Sendo assim, para a maioria dos proprietários, não há novo imposto automático. Ainda assim, para empresas estruturadas, o foco deve estar na gestão financeira e na adaptação operacional.</p>



<p>Se você quiser preparar suas finanças para os próximos passos da Reforma Tributária, <a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=blog-reforma-tributaria&amp;utm_term=blog-reforma&amp;utm_content=blog-fev-26"><strong>clique aqui</strong></a><strong> para receber um contato do nosso time de especialistas</strong>.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#x1f50e; Observação institucional</strong></h3>



<p></p>



<p>Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Portanto, em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou fale com nossos especialistas.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imposto sobre aluguel por temporada 2026: quem realmente pode ser tributado com a Reforma</title>
		<link>https://homolog.bhub.com/post/imposto-aluguel-temporada-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Romão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[locação de bens]]></category>
		<category><![CDATA[móveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O tema “imposto aluguel por temporada 2026” ganhou força após a circulação de informações afirmando que todos os proprietários passariam a pagar novo tributo imediatamente. A afirmação não reflete o texto legal. A Reforma Tributária criou critérios específicos para definir quem se torna contribuinte de IBS e CBS.&#160; Neste artigo, explicamos o enquadramento correto, os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O tema “<strong>imposto aluguel por temporada 2026</strong>” ganhou força após a circulação de informações afirmando que todos os proprietários passariam a pagar novo tributo imediatamente.</p>



<p>A afirmação não reflete o texto legal.</p>



<p>A Reforma Tributária criou critérios específicos para definir quem se torna contribuinte de IBS e CBS.&nbsp;</p>



<p>Neste artigo, explicamos o enquadramento correto, os limites legais e os impactos financeiros reais para locadores.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Imposto sobre aluguel por temporada 2026: de onde surgiu a confusão</strong></h2>



<p>A origem da dúvida está na equiparação da locação por temporada (até 90 dias) à atividade de hospedagem em determinadas situações.</p>



<p>No entanto, essa equiparação não é automática, pois ela depende do enquadramento do locador como contribuinte do regime regular de IBS e CBS.</p>



<p>O ponto central é que nem todo locador é contribuinte.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem pode ser contribuinte de IBS/CBS na locação por temporada</strong></h2>



<p>Para pessoa física, a lei estabelece dois critérios cumulativos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>possuir mais de três imóveis locados;<br></li>



<li>ter receita anual superior a R$ 240 mil com aluguel.<br></li>
</ul>



<p>Se esses dois requisitos não forem atendidos, a pessoa física permanece apenas no regime de IRPF.</p>



<p>Portanto, pequenos e médios proprietários não são automaticamente alcançados.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda para pessoa jurídica</strong></h2>



<p>No caso de empresas que exploram locação, a transição substitui PIS/Cofins por CBS dentro do modelo de IVA dual.</p>



<p>Contudo, a legislação prevê:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>isenção até R$ 600 por operação;<br></li>



<li>redução significativa da carga acima desse valor;<br></li>



<li>transição gradual entre 2026 e 2033.<br></li>
</ul>



<p>Assim, não há um aumento abrupto e generalizado.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transição: por que os próximos meses de 2026 não representam impacto pleno imediato</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>A implementação da Reforma ocorre em fases.</li>



<li>2026 marca ajustes iniciais e período informativo.</li>



<li>A cobrança plena se consolida progressivamente até 2033.</li>
</ul>



<p>Isso significa que o efeito financeiro não se materializa de forma uniforme nem instantânea.</p>



<p>Empresas que operam com locação devem, portanto, se planejar e não reagir por impulso.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Imposto sobre aluguel por temporada 2026 e o impacto no capital de giro</strong></h2>



<p>Embora o debate esteja concentrado na existência ou não de imposto, o efeito mais relevante pode ser operacional.</p>



<p>O novo modelo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aproxima o imposto do fato gerador;<br></li>



<li>exige maior consistência cadastral;<br></li>



<li>reduz espaço para ajustes tardios.<br></li>
</ul>



<p>Consequentemente, a gestão de caixa ganha protagonismo.</p>



<p>Empresas que não integrarem fiscal, contábil e financeiro podem enfrentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>descasamento de fluxo;<br></li>



<li>necessidade maior de capital de giro;<br></li>



<li>pressão financeira temporária.<br></li>
</ul>



<p>Portanto, o impacto não é apenas tributário, pois também passa a ser estratégico.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a legislação realmente estabelece</strong></h2>



<p>A base normativa correta está na:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Emenda Constitucional nº 132/2023;<br></li>



<li>Lei Complementar nº 214/2025;<br></li>



<li>PLP nº 108/2024;<br></li>



<li>Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025.<br></li>
</ul>



<p>Não existe criação de novo imposto específico sobre aluguel por temporada fora desse contexto.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>O debate sobre <strong>imposto sobre aluguel por temporada em 2026</strong> expôs mais desinformação do que mudança estrutural imediata, pois a Reforma Tributária cria critérios claros, limites objetivos e uma transição progressiva.</p>



<p>Sendo assim, para a maioria dos proprietários, não há novo imposto automático. Ainda assim, para empresas estruturadas, o foco deve estar na gestão financeira e na adaptação operacional.</p>



<p>Se você quiser preparar suas finanças para os próximos passos da Reforma Tributária, <a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_campaign=blog-reforma-tributaria&amp;utm_term=blog-reforma&amp;utm_content=blog-fev-26"><strong>clique aqui</strong></a><strong> para receber um contato do nosso time de especialistas</strong>.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#x1f50e; Observação institucional</strong></h3>



<p>Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Portanto, em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou fale com nossos especialistas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária e locação de bens: o que muda para móveis e imóveis em 2026</title>
		<link>https://homolog.bhub.com/post/reforma-tributaria-e-locacao-de-bens-o-que-muda-para-moveis-e-imoveis-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Romão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[empresas de locação de móveis e imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[locação de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária já começou a impactar a locação de bens de empresas. Embora muitas mudanças ainda estejam em fase de transição, a emissão da NFSe para locações está prevista a partir de 2026. Neste artigo, reunimos os principais pontos de atenção para locadores. Além disso, explicamos o que muda na prática, o que permanece [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Reforma Tributária </strong>já começou a impactar a locação de bens de empresas. Embora muitas mudanças ainda estejam em fase de transição, a emissão da NFSe para locações está prevista a partir de 2026.</p>



<p>Neste artigo, reunimos os principais pontos de atenção para locadores. Além disso, explicamos o que muda na prática, o que permanece igual e quais impactos financeiros merecem atenção desde já.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reforma Tributária e locação de bens: o que está previsto</strong></h2>



<p>A partir de 2026, as atividades de locação passarão a emitir <strong>Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFSe)</strong>, substituindo as atuais faturas de locação.</p>



<p>No entanto, é importante destacar: até o momento, <strong>não há data oficial definida para o início da obrigatoriedade</strong>, conforme a última Nota Técnica publicada sobre o tema (NT 005).</p>



<p>Portanto, nenhuma mudança operacional imediata foi exigida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda na prática para a locação de bens</strong></h2>



<p>Por enquanto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A emissão continua sendo feita por fatura de locação e boleto.<br></li>



<li>Não há alteração na forma de arrecadação.<br></li>



<li>Nenhuma mudança operacional imediata é exigida.<br></li>
</ul>



<p>Ou seja, o modelo atual permanece válido.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quando a obrigatoriedade for oficialmente comunicada</strong></h3>



<p>Quando o fisco divulgar a data de início:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A NFSe será emitida pelo <strong>Emissor Nacional</strong>.<br></li>



<li>Não será utilizada a prefeitura para essa emissão.<br></li>



<li>Caso a prefeitura envie dados ao ambiente nacional, eles serão rejeitados.<br></li>
</ul>



<p>Além disso, empresas que possuem locação de bens e outras atividades de serviço poderão precisar operar com <strong>dois emissores diferentes</strong>.</p>



<p>Logo, isso exige organização operacional e alinhamento entre fiscal, contábil e financeiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tributação na Reforma Tributária para locação de bens</strong></h2>



<p>É fundamental compreender que a emissão da NFSe para locação <strong>não gera obrigação de recolhimento do ISS</strong>.</p>



<p>Portanto, a mudança é documental e informacional neste primeiro momento.</p>



<p>Contudo, o novo modelo tributário &#8211; com IBS e CBS &#8211; altera a lógica de apuração e controle das operações. E isso pode impactar o caixa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto financeiro: atenção ao capital de giro</strong></h2>



<p>Embora o debate público esteja focado em alíquotas, o impacto mais imediato tende a ser financeiro.</p>



<p>A Reforma Tributária aproxima o imposto do fato gerador. Além disso, amplia a rastreabilidade das operações. Consequentemente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>reduz folgas artificiais de caixa;<br></li>



<li>aumenta a necessidade de controle;<br></li>



<li>exige informações corretas desde a emissão dos documentos.<br></li>
</ul>



<p>Para locadores, isso significa revisar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>projeções financeiras;<br></li>



<li>prazos de recebimento;<br></li>



<li>estrutura de capital de giro.<br></li>
</ul>



<p>É importante lembrar: crédito fiscal não é dinheiro em caixa.</p>



<p>Se houver atraso na compensação ou inconsistência cadastral, o imposto pode pressionar o caixa antes da recuperação financeira.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Base legal da Reforma Tributária</strong></h2>



<p>A Reforma Tributária do consumo está fundamentada em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Emenda Constitucional nº 132/2023</strong><strong><br></strong></li>



<li><strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong><strong><br></strong></li>



<li><strong>PLP nº 108/2024</strong><strong><br></strong></li>



<li><strong>Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025</strong><strong><br></strong></li>
</ul>



<p>Essas normas estruturam a transição do sistema tributário até 2033.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como locadores devem se preparar</strong></h2>



<p>Mesmo sem obrigatoriedade imediata, a preparação deve começar agora.</p>



<p>Portanto, recomenda-se:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Revisar cadastros fiscais.<br></li>



<li>Avaliar impacto no fluxo de caixa.<br></li>



<li>Simular cenários de IBS e CBS.<br></li>



<li>Integrar áreas fiscal, contábil e financeira.<br></li>



<li>Acompanhar comunicados oficiais.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>A <strong>Reforma Tributária </strong>não altera imediatamente a tributação dos locadores. No entanto, muda a lógica operacional e financeira do negócio.</p>



<p>Empresas que se antecipam ganham previsibilidade, reduzem riscos e preservam caixa.</p>



<p>Sendo assim, se você atua com locação de bens móveis ou imóveis e quer se preparar com segurança para 2026, fique atento e <strong>acesse nosso </strong><a href="https://homolog.bhub.com/blog/"><strong>blog</strong></a> para mais conteúdos que te ajudam a lidar com as mudanças da Reforma Tributária.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#x1f50e; Observação institucional</strong></h3>



<p>Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Portanto, em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou fale com nossos especialistas.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Saiba mais sobre a <a href="https://homolog.bhub.com/">BHub</a>!</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Capital de giro: Impactos do IBS e CBS no caixa das empresas</title>
		<link>https://homolog.bhub.com/post/capital-de-giro-nas-empresas-impacto-ibs-cbs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Compliance]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bhub.com/?p=4284</guid>

					<description><![CDATA[A Reforma Tributária começou e com sua chegada, a necessidade de capital de giro passa a exigir atenção redobrada. Embora o debate público esteja concentrado em alíquotas e modelos de imposto, o impacto mais imediato ocorre na dinâmica financeira das empresas, especialmente no fluxo de caixa que sustenta a operação diária. Mesmo no período em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Reforma Tributária começou e com sua chegada, a necessidade de capital de giro passa a exigir atenção redobrada. Embora o debate público esteja concentrado em alíquotas e modelos de imposto, o impacto mais imediato ocorre na dinâmica financeira das empresas, especialmente no fluxo de caixa que sustenta a operação diária.</p>



<p>Mesmo no período em que o IBS e a CBS possuem apuração de caráter informativo, a nova lógica de apuração, registro e validação das operações já se aproxima da realidade operacional. Como consequência, as empresas precisam revisar projeções financeiras, controles internos e, principalmente, a necessidade de capital para manter o negócio funcionando sem rupturas.</p>



<p>Portanto, o desafio deixa de ser apenas fiscal e passa a ser, antes de tudo, financeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Capital de giro não é um valor fixo definido pela empresa</strong></h4>



<p>Antes de avançar, é importante esclarecer um ponto essencial: <strong>capital de giro não é um número escolhido pela empresa de forma arbitrária</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/02/brazilian-money-coin-from-brazil-group-brazilian-coins-stacked-close-up-photo-finance-brazilian-economy-concept-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4286" srcset="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/02/brazilian-money-coin-from-brazil-group-brazilian-coins-stacked-close-up-photo-finance-brazilian-economy-concept-1024x683.jpg 1024w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/02/brazilian-money-coin-from-brazil-group-brazilian-coins-stacked-close-up-photo-finance-brazilian-economy-concept-300x200.jpg 300w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/02/brazilian-money-coin-from-brazil-group-brazilian-coins-stacked-close-up-photo-finance-brazilian-economy-concept-768x512.jpg 768w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/02/brazilian-money-coin-from-brazil-group-brazilian-coins-stacked-close-up-photo-finance-brazilian-economy-concept-1536x1024.jpg 1536w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/02/brazilian-money-coin-from-brazil-group-brazilian-coins-stacked-close-up-photo-finance-brazilian-economy-concept-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Na prática, ele é determinado pela <strong>necessidade operacional do negócio</strong>, que varia conforme fatores como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>prazos de recebimento e pagamento;</li>



<li>volume de vendas e compras;</li>



<li>estrutura de custos;</li>



<li>modelo tributário vigente;</li>



<li>velocidade de geração de caixa.</li>
</ul>



<p>Assim, sempre que essas variáveis mudam, a necessidade financeira também muda. É justamente nesse contexto que IBS e CBS passam a influenciar diretamente o capital necessário para sustentar a operação.</p>



<p>Ou seja, os novos tributos não alteram o conceito de capital de giro, mas mudam as condições operacionais, fiscais e informacionais que determinam quanto capital a empresa precisa manter disponível.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Por que IBS e CBS mudam a dinâmica financeira das empresas</strong></h4>



<p>Historicamente, muitas empresas operaram com certa flexibilidade financeira apoiada em prazos mais longos, diferimentos e ajustes tributários realizados no fechamento mensal. Esse modelo permitia absorver impactos ao longo do tempo.</p>



<p>No entanto, com IBS e CBS, essa lógica perde espaço. O novo modelo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aproxima o imposto do fato gerador;</li>



<li>amplia a rastreabilidade das operações;</li>



<li>exige informações corretas e completas desde a emissão dos documentos fiscais eletrônicos.</li>
</ul>



<p>Como resultado, reduzem-se folgas artificiais de caixa. Consequentemente, a necessidade de capital de giro tende a aumentar, sobretudo em períodos de crescimento, maior volume operacional ou baixa previsibilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O impacto do novo modelo tributário no fluxo de caixa</strong></h4>



<p>Quando a tributação passa a refletir com mais precisão a operação real, o efeito aparece rapidamente no caixa. Nesse cenário, as empresas passam a lidar com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>menor distância entre faturamento e recolhimento do imposto;</li>



<li>prazos mais longos para compensação de créditos tributários;</li>



<li>concentração de desembolsos em determinados períodos;</li>



<li>maior sensibilidade a erros cadastrais e inconsistências nos documentos fiscais exigidos para IBS e CBS.</li>
</ul>



<p>Além disso, embora a Reforma prometa neutralidade da carga tributária no longo prazo, essa neutralidade não é financeira no curto prazo, especialmente durante a fase de adaptação. Por isso, empresas despreparadas sentem o impacto antes de qualquer benefício estrutural.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Crédito tributário e capital de giro: uma relação direta</strong></h4>



<p>No novo modelo, o crédito tributário assume papel ainda mais relevante. No entanto, é fundamental reforçar: <strong>crédito fiscal não é dinheiro em caixa</strong>.</p>



<p>Quando o crédito demora a ser reconhecido ou compensado, a empresa precisa financiar o imposto com recursos próprios. Como consequência, o capital necessário para sustentar a operação aumenta.</p>



<p>Esse cenário se agravase houver:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>inconsistências cadastrais;</li>



<li>erros na classificação de produtos ou serviços;</li>



<li>desalinhamento entre fiscal, contábil e financeiro;</li>



<li>falhas na escrituração e no registro das informações exigidas pelas obrigações acessórias do IBS e da CBS.</li>
</ul>



<p>Assim, falhas fiscais deixam de ser apenas risco de conformidade e passam a gerar pressão financeira direta.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Riscos financeiros de ignorar essa mudança</strong></h4>



<p>Ignorar o impacto da Reforma Tributária sobre o capital de giro expõe a empresa a riscos concretos. Entre os principais, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>descasamento entre entradas e saídas de caixa;</li>



<li>maior dependência de crédito bancário;</li>



<li>aumento do custo financeiro;</li>



<li>redução da capacidade de investimento;</li>



<li>perda de previsibilidade.</li>
</ul>



<p>Em um ambiente de juros elevados, qualquer pressão adicional sobre o caixa se torna ainda mais relevante. Por isso, reagir tarde costuma custar caro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como preparar o capital de giro para IBS e CBS</strong></h4>



<p>Para enfrentar esse novo cenário com mais segurança, algumas ações são fundamentais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Avaliar o impacto tributário no fluxo de caixa</strong></li>
</ol>



<p>Mais do que saber quanto imposto será pago, é essencial entender quando ele sairá do caixa.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Simular cenários operacionais reais</strong></li>
</ol>



<p>Projeções ajudam a antecipar gargalos financeiros antes que eles se materializem.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Ajustar cadastros fiscais e o ERP</strong></li>
</ol>



<p>Informações consistentes aceleram a geração e o aproveitamento de créditos.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Integrar fiscal, contábil e financeiro</strong></li>
</ol>



<p>A necessidade de capital reflete diretamente a qualidade dessa integração.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Trabalhar com validações contínuas</strong></li>
</ol>



<p>Antecipar inconsistências reduz impactos financeiros e evita surpresas no fechamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Capital de giro exige uma nova mentalidade de gestão</strong></h4>



<p>A Reforma Tributária não representa apenas uma mudança na forma de tributar. Na prática, ela exige uma nova mentalidade de gestão financeira.</p>



<p>Empresas que compreendem como IBS e CBS afetam a necessidade de capital conseguem planejar melhor, preservar liquidez e tomar decisões mais seguras. Em contrapartida, quem ignora essa dinâmica tende a reagir quando o caixa já está pressionado.</p>



<p>Antecipar deixou de ser opção. Virou estratégia.</p>



<p>&#x1f517;Você também pode se interessar <a href="https://homolog.bhub.com/post/erros-de-gestao-que-comprometem-os-resultados-da-sua-empresa/" type="post" id="2744" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Erros de gestão que comprometem os resultados da sua Empresa</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Capital de giro: preparo define quem atravessa 2026 com segurança</strong></h4>



<p>IBS e CBS não mudam o conceito de capital de giro. No entanto, eles alteram diretamente as condições operacionais e informacionais que determinam a necessidade financeira das empresas. Essa distinção é o que separa negócios preparados daqueles que enfrentarão dificuldades.</p>



<p>Com informação confiável, planejamento financeiro e dados integrados, o impacto pode ser controlado, e até transformado em vantagem competitiva.</p>



<p>Se você quer entender como a Reforma Tributária afeta o capital de giro da sua empresa antes que isso se transforme em um problema de caixa, <a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=bpo6" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fale com nossos especialistas.</a></p>



<p><strong>BHub, o braço direito do empresário brasileiro.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Base legal da Reforma Tributária</strong></h4>



<p>A Reforma Tributária do consumo está fundamentada principalmente em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc132.htm"><strong>Emenda Constitucional nº 132/2023</strong></a>;</li>



<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm"><strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong></a>, que regulamenta o IBS, a CBS e o Imposto Seletivo;</li>



<li><a href="https://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/Projetos/Ato_2023_2026/2024/PLP/plp-108.htm"><strong>PLP nº 108/2024</strong></a>, que trata da governança e da gestão do IBS.</li>



<li><a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/ato-conjunto-rfb/cgibs-n-1-de-22-de-dezembro-de-2025-677624586"><strong>Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025</strong></a><strong>,</strong> que define as obrigações acessórias e os documentos fiscais eletrônicos exigidos para IBS e CBS no ano de 2026.</li>
</ul>



<p>Esses diplomas estruturam a transição do sistema tributário brasileiro até 2033.</p>



<p>&#x1f50e; <strong>Observação institucional</strong><strong><br></strong>Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou <em>fale com nossos especialistas.</em></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: 5 lições para a gestão das empresas</title>
		<link>https://homolog.bhub.com/post/reforma-tributaria-licoes-gestao-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 20:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bhub.com/?p=4271</guid>

					<description><![CDATA[A implementação da Reforma Tributária já começou e, mesmo antes da aplicação plena do IBS e da CBS, suas lições para a gestão empresarial são claras. O novo modelo vai expor fragilidades que antes passavam despercebidas e, ao mesmo tempo, já exige um nível muito maior de organização, integração e governança. Na prática, a Reforma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A implementação da Reforma Tributária já começou e, mesmo antes da aplicação plena do IBS e da CBS, suas lições para a gestão empresarial são claras. O novo modelo vai expor fragilidades que antes passavam despercebidas e, ao mesmo tempo, já exige um nível muito maior de organização, integração e governança.</p>



<p>Na prática, a Reforma deixou de ser apenas um tema fiscal e passou a impactar diretamente processos internos, fluxo de caixa e tomada de decisão.</p>



<p>Diante desse cenário, já é possível identificar aprendizados importantes que estão mudando a forma como as empresas precisam se organizar. A seguir, estão cinco lições que a Reforma Tributária já trouxe para a gestão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. A gestão fiscal não pode mais ser reativa</h2>



<p>Durante anos, muitas empresas corrigiam inconsistências apenas no fechamento mensal. Esse modelo funcionava em um sistema mais permissivo e fragmentado.</p>



<p>Com a transição da Reforma Tributária, essa lógica se torna cada vez mais arriscada.</p>



<p>Agora, a gestão fiscal precisa acontecer no ritmo da operação, com validações contínuas, integração de dados e acompanhamento próximo das informações que nascem no faturamento.</p>



<p>Ajustar erros apenas depois tende a gerar retrabalho, perda de controle e maior exposição a riscos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. A qualidade da informação na origem define o resultado</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-1024x576.png" alt="" class="wp-image-4096" srcset="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-1024x576.png 1024w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-300x169.png 300w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-768x432.png 768w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-1536x864.png 1536w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Reforma vem reforçando um princípio essencial da boa gestão: quando o dado nasce errado, todo o sistema carrega o erro junto.</p>



<p>Cadastros, parametrizações, naturezas de operação e registros fiscais passaram a ter impacto direto na apuração de tributos, no aproveitamento de créditos e na previsibilidade financeira.</p>



<p>Ou seja, a gestão não começa nos relatórios finais. Ela começa na forma como a empresa estrutura suas informações desde o primeiro lançamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Crédito tributário não é sinônimo de dinheiro em caixa</h2>



<p>Com o novo modelo do IBS e da CBS, fica ainda mais claro que crédito tributário representa um direito fiscal, e não liquidez imediata.</p>



<p>Empresas que confundem esses conceitos acabam assumindo riscos silenciosos no capital de giro, projetando recursos que ainda não se converteram em caixa.</p>



<p>Por isso, o controle de créditos, prazos de compensação e impactos financeiros passa a ser parte central da gestão durante a transição da Reforma Tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Integração deixou de ser diferencial e virou requisito</h2>



<p>A Reforma já começa a evidenciar o custo de áreas que operam de forma isolada.</p>



<p>Fiscal, contábil, financeiro e operação precisam estar conectados para que os dados façam sentido e sustentem decisões seguras.</p>



<p>Sem integração, surgem inconsistências, retrabalho e perda de previsibilidade.<br>E sem previsibilidade, a gestão passa a reagir aos problemas em vez de antecipá-los.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Governança se mostrou uma proteção do negócio</h2>



<p>Talvez a principal lição até agora seja esta: governança não é excesso de controle, é proteção da empresa.</p>



<p>Negócios organizados, com processos claros, dados confiáveis e rotinas bem estruturadas atravessam a transição com menos impacto, menos risco e mais capacidade de decisão.</p>



<p>A Reforma Tributária não penaliza quem cresce.<br>Ela penaliza, sobretudo, quem improvisa.</p>



<p>&#x1f517;Você também pode se interessar: <a href="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/CBS-e-IBS-no-ERP_-mudancas-na-logica-do-cadastro-de-produtos-2.png" type="attachment" id="4112">CBS e IBS no ERP_ mudanças na lógica do cadastro de produtos</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a Reforma Tributária já ensinou às empresas</h2>



<p>Mesmo em fase inicial, a Reforma vem cumprindo um papel importante: elevar o nível de maturidade da gestão empresarial no Brasil.</p>



<p>Empresas que usam esse momento para organizar processos, integrar dados e fortalecer a governança ganham previsibilidade, segurança e vantagem competitiva.</p>



<p>Já aquelas que tratam a transição como algo distante tendem a aprender da forma mais cara, quando os impactos já estiverem no caixa e na operação.</p>



<p>Se a sua empresa quer atravessar a Reforma Tributária com mais controle, segurança e clareza nas decisões, <a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=bpo8" type="link" id="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=bpo8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fale com nossos especialistas</a>. Estruturar a gestão desde agora é o melhor caminho.</p>



<p><strong>BHub, o braço direito do empresário brasileiro.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CBS e IBS no ERP: o impacto do cadastro de produtos para o comércio</title>
		<link>https://homolog.bhub.com/post/ibs-cbs-cadastro-produtos-erp/</link>
					<comments>https://homolog.bhub.com/post/ibs-cbs-cadastro-produtos-erp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[CBS e IBS no ERP deixaram de ser um ajuste técnico para se tornarem um fator decisivo de risco ou vantagem competitiva para empresas de comércio e negócios B2C com operações complexas. Com a Reforma Tributária, muda a lógica de apuração de impostos, de aproveitamento de créditos e da validação das informações fiscais exigidas nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>CBS e IBS no ERP deixaram de ser um ajuste técnico para se tornarem um fator decisivo de risco ou vantagem competitiva para empresas de comércio e negócios B2C com operações complexas. Com a Reforma Tributária, muda a lógica de apuração de impostos, de aproveitamento de créditos e da validação das informações fiscais exigidas nos documentos eletrônicos <strong>no período de transição a partir de 2026</strong>. Nesse cenário, o cadastro de produtos passa a ocupar o centro da governança tributária e financeira.</p>



<p>Empresas com operações complexas, múltiplos clientes, contratos e centros de custo sentem esse impacto de forma ainda mais intensa. Quando a informação nasce incorreta no ERP, o erro não fica restrito ao fiscal. Ele distorce créditos, afeta o fluxo de caixa, compromete relatórios gerenciais e influencia decisões estratégicas ao longo de toda a operação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">CBS e IBS no ERP expõem o risco de tratar cadastro como rotina operacional</h4>



<p>Durante muitos anos, o cadastro de produtos no ERP foi tratado como uma tarefa operacional, necessária apenas para faturar e emitir documentos fiscais. Esse modelo funcionou porque o sistema tributário permitia correções posteriores, geralmente concentradas no fechamento mensal.</p>



<p>Com CBS e IBS no ERP, essa lógica deixa de ser sustentável. O novo modelo exige informações estruturadas, padronizadas e rastreáveis desde a origem do dado, ainda que o período inicial da transição não envolva recolhimento financeiro pleno.</p>



<p>Assim, quando o cadastro não reflete corretamente a realidade da operação, todo o sistema passa a operar com informações distorcidas. Nesse contexto, o ERP deixa de “corrigir depois” e passa a reproduzir fielmente as informações que serão transmitidas ao Fisco. Portanto, se o cadastro estiver errado, a apuração, os relatórios e a tomada de decisão também estarão.</p>



<p>Se a sua empresa ainda não começou a se preparar, não perca mais tempo. <a href="https://b.bhub.com/lp-reforma-tributaria?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=rt7"><strong>Marque uma reunião </strong></a>com os especialistas da <a href="https://homolog.bhub.com">BHub</a> e entenda como estruturar sua empresa para essa transição.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Impactos práticos do novo modelo tributário na gestão do ERP</h4>



<p>Quando o cadastro não acompanha as exigências de CBS e IBS no ERP, os impactos aparecem rapidamente na gestão.</p>



<p>Créditos tributários podem ser calculados de forma incorreta, tributos podem ser informados de forma inconsistente, e as margens por produto, contrato ou cliente passam a ser distorcidas. Além disso, o retrabalho fiscal aumenta, o fechamento mensal se torna mais pesado e a previsibilidade financeira diminui.</p>



<p>Segundo a Receita Federal, inconsistências cadastrais estão entre as principais causas de glosa de créditos em ambientes de cruzamento automático de informações. Com a ampliação das validações eletrônicas previstas para IBS e CBS, esses efeitos se intensificam. Em empresas com alto volume de operações, os impactos se multiplicam rapidamente e deixam de ser um problema fiscal para se tornar um problema de governança.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-3-1024x576.png" alt="" class="wp-image-4110" srcset="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-3-1024x576.png 1024w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-3-300x169.png 300w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-3-768x432.png 768w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-3-1536x864.png 1536w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-3.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">O que muda com CBS e IBS no ERP e no cadastro de produtos</h4>



<p>Com CBS e IBS no ERP, o cadastro de produtos deixa de ser apenas descritivo. Ele passa a determinar a forma como as informações fiscais serão registradas e transmitidas, influenciando o direito ao crédito tributário e a consistência dos dados que alimentam o financeiro e a contabilidade.</p>



<p>O sistema precisa refletir com precisão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a natureza da operação;</li>



<li>o enquadramento fiscal do produto ou serviço;</li>



<li>a relação com crédito tributário;</li>



<li>as regras de incidência no destino, quando aplicáveis;</li>



<li>os impactos no caixa e na margem.</li>
</ul>



<p>Uma metáfora ajuda a visualizar essa mudança. O cadastro passa a funcionar como o DNA fiscal da empresa. Quando esse DNA está incorreto, todo o organismo opera com falhas, mesmo que os processos aparentem estar organizados.</p>



<p>Por isso, o cadastro deixa de ser um detalhe técnico e passa a ser uma decisão estratégica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">CBS e IBS no ERP exigem prevenção, não correção posterior</h4>



<p>Mesmo com a transição da Reforma Tributária ocorrendo de forma gradual, o risco já é claro: manter cadastros genéricos, herdados do modelo atual, esperando “ajustar depois”.</p>



<p>Historicamente, essa prática funcionou porque o sistema permitia correções no fechamento. Com IBS e CBS, a lógica muda: a qualidade da informação passa a ser exigida desde o registro do documento fiscal eletrônico, ainda que o período inicial preveja adaptação sem penalidades, conforme disciplinado pelos atos normativos da Receita Federal e do Comitê Gestor.</p>



<p>Como consequência, cadastros imprecisos tendem a gerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>perda de créditos legítimos;</li>



<li>aumento involuntário da carga tributária;</li>



<li>inconsistências entre ERP, fiscal, contábil e financeiro;</li>



<li>dificuldade de explicar números em auditorias e revisões futuras.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Como adequar o cadastro de produtos no ERP para CBS e IBS</h4>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Revisar a estrutura atual de cadastro:</strong></h3>



<p>Mapeie como produtos, serviços e operações estão classificados hoje. Avalie não apenas a descrição, mas o enquadramento fiscal e o impacto nos relatórios.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Padronizar regras fiscais por tipo de operação:</strong></h3>



<p>Crie critérios claros para diferentes categorias de produtos e serviços, reduzindo variações manuais e interpretações individuais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Integrar fiscal, contábil e financeiro:</strong></h3>



<p>Cadastro não é tarefa isolada. Ele precisa refletir compliance fiscal, impacto no crédito tributário e efeito direto na margem e no caixa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Implementar rotina de conferência contínua:</strong></h3>



<p>Não espere o fechamento. Validações frequentes reduzem riscos antes que a informação seja transmitida ao fisco.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Usar o ERP como ferramenta de decisão:</strong></h3>



<p>Cadastro correto permite analisar margem real, simular impactos tributários e tomar decisões com mais segurança, transformando o ERP em instrumento estratégico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Informação correta será o divisor de águas a partir de 2026</h4>



<p>CBS e IBS no ERP mudam a lógica do cadastro de produtos porque mudam a lógica da tributação no Brasil. Empresas que tratam o cadastro como detalhe técnico assumem riscos silenciosos. Em contrapartida, aquelas que o tratam como pilar de governança ganham previsibilidade, segurança e capacidade de decisão.</p>



<p>A partir de agora, não será apenas o faturamento que separará empresas organizadas das vulneráveis. Será a qualidade da informação que sustenta cada número.</p>



<p>Enquanto você cuida da estratégia e do crescimento do negócio, a <strong>BHub organiza dados, processos e sistemas para que o ERP sustente decisões seguras e a transição tributária aconteça sem travar a operação</strong>.</p>



<p><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=bpo6">Fale com nossos especialistas </a>e prepare sua empresa para a implementação da Reforma Tributária com clareza, previsibilidade e controle.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Base legal da Reforma Tributária</strong></h3>



<p>A Reforma Tributária do consumo está fundamentada principalmente em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc132.htm"><strong>Emenda Constitucional nº 132/2023</strong></a>;</li>



<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm"><strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong></a>, que regulamenta o IBS, a CBS e o Imposto Seletivo;</li>



<li><a href="https://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/Projetos/Ato_2023_2026/2024/PLP/plp-108.htm"><strong>PLP nº 108/2024</strong></a>, que trata da governança e da gestão do IBS.</li>



<li><a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/ato-conjunto-rfb/cgibs-n-1-de-22-de-dezembro-de-2025-677624586"><strong>Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025</strong></a><strong>,</strong> que define as obrigações acessórias e os documentos fiscais eletrônicos exigidos para IBS e CBS no ano de 2026.</li>
</ul>



<p>Esses diplomas estruturam a transição do sistema tributário brasileiro até 2033.</p>



<p>&#x1f50e; <strong>Observação institucional<br></strong>Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou<a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=bpo6" type="link" id="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=bpo6" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <em>fale com nossos especialistas.</em></a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Transição tributária: 5 ajustes internos para reduzir riscos</title>
		<link>https://homolog.bhub.com/post/processos-internos-empresas-transicao-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 13:14:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[A transição tributária já está em curso, mesmo que a cobrança plena dos novos tributos aconteça de forma gradual. A convivência entre o sistema atual e o novo modelo baseado no IBS e na CBS cria um cenário mais exigente: mais dados, mais validações e menos margem para erro operacional. Nesse contexto, empresas que mantêm [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A transição tributária já está em curso, mesmo que a cobrança plena dos novos tributos aconteça de forma gradual. A convivência entre o sistema atual e o novo modelo baseado no IBS e na CBS cria um cenário mais exigente: mais dados, mais validações e menos margem para erro operacional.</p>



<p>Nesse contexto, empresas que mantêm processos internos desatualizados tendem a enfrentar inconsistências fiscais, perda de créditos e riscos financeiros silenciosos. Por isso, o momento exige menos improviso e mais estrutura, independentemente do ritmo oficial da implementação.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O desafio da transição tributária: processos antigos em um sistema novo</strong></h4>



<p>Durante muitos anos, empresas brasileiras operaram em um sistema tributário fragmentado, com exceções, ajustes manuais e correções feitas apenas no fechamento. Esse modelo, embora imperfeito, acabou sendo incorporado à rotina operacional.</p>



<p>No entanto, com a transição tributária, essa lógica deixa de ser sustentável. O novo modelo amplia a rastreabilidade das operações e exige consistência entre dados fiscais, contábeis e financeiros desde a origem.</p>



<p>Manter processos internos antigos em um ambiente mais integrado aumenta o risco justamente no período em que o Fisco intensifica o uso de tecnologia, cruzamento de informações e fiscalização eletrônica.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como a transição tributária impacta a operação das empresas</strong></h4>



<p>Os impactos da transição tributária vão além da legislação. Eles afetam diretamente o dia a dia da empresa.</p>



<p>Dados do Conselho Nacional de Justiça indicam que o contencioso tributário brasileiro ultrapassa 75% do PIB, e grande parte desses litígios nasce de falhas operacionais, inconsistências de dados e erros de interpretação.</p>



<p>Além disso, a adaptação de sistemas, a revisão de contratos e os ajustes no fluxo de caixa geram custos indiretos que, quando não antecipados, comprometem margens e previsibilidade.</p>



<p>&#x1f517;<em>Confira aqui o </em><a href="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2022/05/sumario-contencioso-tributario.pdf"><em>Sumário do Contencioso Tributário</em></a><em>, publicado pelo Conselho Nacional de Justiça.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Transição tributária exige maturidade operacional</strong></h4>



<p>A transição tributária não representa apenas a substituição de tributos. Na prática, ela exige uma mudança na forma como a empresa organiza dados, processos e decisões.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-1024x576.png" alt="Transição Tributária exige maturidade operacional" class="wp-image-4096" srcset="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-1024x576.png 1024w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-300x169.png 300w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-768x432.png 768w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34-1536x864.png 1536w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/34.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Uma boa analogia é a de uma empresa que precisa trocar os instrumentos de navegação enquanto continua operando. A estrutura precisa sustentar o presente e, ao mesmo tempo, estar preparada para um ambiente mais exigente.</p>



<p>Empresas que revisam processos agora constroem essa base com mais segurança. Já aquelas que adiam os ajustes costumam sentir o impacto quando o espaço para correção já é limitado.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-left"><strong>O erro mais comum das empresas durante a transição tributária</strong></h4>



<p>O erro mais recorrente é tratar a transição tributária como um evento futuro.</p>



<p>Muitos gestores acreditam que só precisarão agir quando IBS e CBS estiverem plenamente vigentes. Entretanto, o período de transição é justamente quando surgem mais inconsistências, pois regras, sistemas e rotinas convivem simultaneamente.</p>



<p>Historicamente, o planejamento tributário foi reativo. Agora, ele precisa ser preventivo, integrado aos processos internos e conectado à gestão financeira.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os riscos de não revisar processos internos no início da transição</strong></h4>



<p>Adiar a revisão de processos durante a transição tributária aumenta significativamente o risco operacional. Nesse cenário, erros recorrentes na emissão de documentos fiscais passam a conviver com divergências entre áreas fiscal, contábil e financeira.</p>



<p>Além disso, a glosa de créditos, o aumento involuntário da carga efetiva e decisões baseadas em dados imprecisos comprometem margens e fluxo de caixa. Esses problemas raramente surgem de forma imediata, eles se acumulam e aparecem quando o impacto financeiro já é relevante.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>5 processos internos que as empresas precisam revisar agora</strong></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Classificação fiscal de produtos e operações</h4>



<p>A correta classificação fiscal é a base do sistema tributário. Inconsistências em NCM, CFOP ou enquadramentos tendem a gerar falhas automáticas no novo ambiente de validação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Emissão de documentos fiscais e parametrização de sistemas</h4>



<p>Os documentos fiscais passam a concentrar mais informações relevantes. Por isso, ERPs precisam estar preparados para novos campos, regras de destaque e integração entre módulos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Integração entre fiscal, contábil e financeiro</h3>



<p>Processos desconectados geram dados inconsistentes. A integração entre áreas garante que a operação refletida no fiscal seja a mesma considerada na contabilidade e no financeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Governança tributária e acompanhamento normativo</strong></h4>



<p>A transição envolve normas complementares, ajustes e atos conjuntos. Criar uma rotina de governança evita decisões baseadas em regras desatualizadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Planejamento financeiro e fluxo de caixa</strong></h4>



<p>Mudanças na lógica tributária afetam o momento do recolhimento e a previsibilidade do caixa. Simular cenários e revisar políticas financeiras ajuda a preservar margens.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como estruturar esses ajustes na prática</strong></h4>



<p>Algumas boas práticas ajudam a tornar essa revisão mais eficiente. O primeiro passo é realizar um diagnóstico tributário e operacional para identificar falhas ocultas. Em seguida, revisar cadastros, sistemas e parametrizações reduz erros recorrentes.</p>



<p>Além disso, alinhar contratos, políticas internas e equipes garante consistência entre pessoas, processos e dados. Por fim, contar com uma contabilidade estruturada e orientada por tecnologia acelera a adaptação e reduz riscos ao longo da transição.</p>



<p>&#x1f517;Você também pode se interessar <a href="https://homolog.bhub.com/post/erros-de-gestao-que-comprometem-os-resultados-da-sua-empresa/" type="post" id="2744" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Erros de gestão que comprometem os resultados da sua Empresa</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Revisar processos internos é a base da segurança tributária</strong></h4>



<p>A transição tributária exige mais do que atenção à legislação. Ela exige maturidade operacional.</p>



<p>Empresas que revisam processos agora reduzem riscos, protegem margens e constroem previsibilidade em um ambiente cada vez mais integrado e fiscalizado. Quem se antecipa transforma incerteza em vantagem competitiva.</p>



<p>Se a sua empresa precisa organizar processos, reduzir riscos e atravessar a transição tributária com mais segurança, fale com nossos especialistas.</p>



<p>BHub, o braço direito do empresário brasileiro.</p>



<p>&#x1f50e; Observação institucional<br><em>Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou <a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=bpo6">fale com nossos especialistas</a></em><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5562998855008"><em>.</em></a></p>



<p></p>
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		<title>IBS e CBS no ERP: o que sua empresa precisa configurar agora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 12:57:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[IBS e CBS deixaram de ser apenas conceitos da Reforma Tributária e passaram a exigir ações práticas dentro das empresas. Embora a implementação seja gradual, as configurações informacionais e estruturais do IBS e CBS no ERP precisam começar agora, especialmente diante das exigências previstas para os documentos fiscais eletrônicos no período de transição a partir [&#8230;]]]></description>
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<p>IBS e CBS deixaram de ser apenas conceitos da Reforma Tributária e passaram a exigir <strong>ações práticas dentro das empresas</strong>. Embora a implementação seja gradual, as configurações informacionais e estruturais do IBS e CBS no ERP precisam começar agora, <strong>especialmente diante das exigências previstas para os documentos fiscais eletrônicos no período de transição a partir de 2026</strong>.</p>



<p>Caso contrário, o risco de erros fiscais, retrabalho e perda de controle aumenta de forma significativa. Além disso, quem posterga esses ajustes tende a operar no escuro justamente no momento em que a complexidade tributária cresce. Por isso, entender como IBS e CBS impactam o ERP tornou-se uma decisão estratégica, e não apenas contábil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">IBS e CBS ainda não fazem parte da rotina do ERP</h4>



<p>O principal problema hoje é simples e preocupante: muitas empresas ainda operam seus ERPs como se o sistema tributário atual fosse permanente. Na prática, isso significa manter:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>cadastros fiscais desatualizados;</li>



<li>naturezas de operação genéricas;</li>



<li>parametrizações pensadas apenas para o modelo anterior.</li>
</ul>



<p>Enquanto isso, a legislação avança. Ainda que o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 preveja um período inicial sem aplicação de penalidades, a exigência de organização e consistência dos dados já se impõe desde o início da transição.</p>



<p>Como consequência, o ERP, que deveria proteger o negócio, passa a ser um ponto de risco. Quanto mais tempo a adaptação é adiada, maior tende a ser o impacto operacional quando as novas regras começarem a exigir consistência plena dos dados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os impactos de não preparar o ERP para IBS e CBS</h4>



<p>Ignorar a preparação do ERP gera impactos diretos na governança, no caixa e na segurança fiscal da empresa.</p>



<p>Entre os principais efeitos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aumento de erros recorrentes na escrituração;</li>



<li>necessidade de correções manuais frequentes;</li>



<li>inconsistências no preenchimento dos documentos fiscais eletrônicos;</li>



<li>inconsistência entre dados fiscais e relatórios gerenciais.</li>
</ul>



<p>Além disso, a dificuldade de apuração correta de créditos compromete a tomada de decisão. O custo da não preparação <strong>não é apenas tributário</strong>. Ele é operacional, estratégico e contínuo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-1024x576.png" alt="O que são IBS e CBS e por que eles exigem ajustes no ERP" class="wp-image-4082" srcset="https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-1024x576.png 1024w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-300x169.png 300w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-768x432.png 768w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image-1536x864.png 1536w, https://homolog.bhub.com/wp-content/uploads/2026/01/image.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">O que são IBS e CBS e por que eles exigem ajustes no ERP</h4>



<p>O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) <strong>foram concebidos para substituir tributos atuais ao longo da transição</strong> e introduzem uma lógica diferente de tributação. Ambos seguem o princípio da tributação no destino e ampliam a exigência de rastreabilidade, padronização e integração dos dados.</p>



<p>Nesse novo cenário, o ERP deixa de ser apenas um sistema operacional. Ele passa a ser o principal repositório das informações que alimentarão o Fisco, mesmo durante o período de transição informativa.</p>



<p>Uma boa metáfora ajuda a entender essa mudança: se o ERP for um painel de avião, IBS e CBS alteram completamente os instrumentos. Continuar operando com o painel antigo aumenta significativamente o risco do voo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O erro mais comum ao tratar IBS e CBS no ERP</h4>



<p>O erro mais frequente é acreditar que “a contabilidade resolve isso depois”. Esse pensamento ignora um ponto essencial: <strong>o ERP alimenta a contabilidade, e não o contrário</strong>.</p>



<p>Quando a informação nasce errada na origem, o fechamento mensal se transforma em um processo de correção constante. Além disso, muitas empresas acreditam que os ajustes só serão necessários quando a cobrança começar oficialmente.</p>



<p>No entanto, a exigência de organização dos dados começa antes da cobrança, e a preparação exige:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>testes de parametrização;</li>



<li>validação de cadastros;</li>



<li>revisão de processos;</li>



<li>adaptação gradual da rotina operacional.</li>
</ul>



<p>Adiar esse trabalho significa concentrar riscos justamente no momento mais sensível da transição.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os riscos de não configurar o ERP agora</h4>



<p>Não preparar o ERP para IBS e CBS gera riscos cumulativos.</p>



<p>Entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>perda de créditos tributários;</li>



<li>divergências entre notas fiscais e apuração;</li>



<li>fragilidade em fiscalizações futuras;</li>



<li>relatórios gerenciais distorcidos;</li>



<li>decisões estratégicas baseadas em dados inconsistentes.</li>
</ul>



<p>Com o tempo, esses erros se acumulam e passam a comprometer precificação, planejamento financeiro e previsibilidade do negócio.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como preparar o ERP para IBS e CBS na prática</h4>



<p>A preparação do ERP exige uma revisão estruturada e integrada:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Revisar cadastros fiscais</strong></h3>



<p>Produtos, serviços, clientes e fornecedores precisam refletir corretamente a natureza das operações.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Ajustar naturezas de operação</strong></h3>



<p>Elas passam a ter papel decisivo na incidência do IBS e da CBS.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Parametrizar o ERP para o novo modelo</strong></h3>



<p>Mesmo sem cobrança plena, campos, regras e relatórios precisam estar disponíveis e testados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Integrar fiscal, contábil e financeiro</strong></h3>



<p>A consistência dos dados depende da comunicação entre áreas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Criar rotina de governança e validação</strong></h3>



<p>Conferências frequentes reduzem erros acumulados e aumentam previsibilidade.</p>



<p>&#x1f517; <em>Leia também: </em><a href="https://homolog.bhub.com/post/como-evitar-erros-de-faturamento-com-ibs-e-cbs/" type="post" id="2747" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como evitar erros de faturamento com IBS e CBS</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Preparar o ERP agora é proteger a gestão no futuro</h4>



<p>IBS e CBS exigem mais do que adaptação fiscal. <strong>Eles exigem maturidade de gestão</strong>. Ajustar o ERP com antecedência significa estruturar um sistema capaz de sustentar decisões seguras, dados confiáveis e controle real da operação.</p>



<p>Empresas que se antecipam ganham previsibilidade, segurança e eficiência. Já aquelas que deixam para depois tendem a operar sob pressão, corrigindo erros quando o custo já se tornou alto.</p>



<p><strong>Enquanto você cuida da estratégia do seu negócio, a BHub cuida da estrutura contábil e fiscal auxiliando sua tomada de decisão, para que a Reforma Tributária não comprometa seus resultados.</strong><strong><br></strong><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=bpo6">Fale com nossos especialistas</a> e prepare sua empresa para atravessar a transição tributária com clareza, segurança e previsibilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Base legal da Reforma Tributária</strong></h4>



<p>A Reforma Tributária do consumo está fundamentada principalmente em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc132.htm"><strong>Emenda Constitucional nº 132/2023</strong></a>;</li>



<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm"><strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong></a>, que regulamenta o IBS, a CBS e o Imposto Seletivo;</li>



<li><a href="https://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/Projetos/Ato_2023_2026/2024/PLP/plp-108.htm"><strong>PLP nº 108/2024</strong></a>, que trata da governança e da gestão do IBS.</li>



<li><a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/ato-conjunto-rfb/cgibs-n-1-de-22-de-dezembro-de-2025-677624586"><strong>Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025</strong></a><strong>,</strong> que define as obrigações acessórias e os documentos fiscais eletrônicos exigidos para IBS e CBS no ano de 2026.</li>
</ul>



<p>Esses diplomas estruturam a transição do sistema tributário brasileiro até 2033.</p>



<p>&#x1f50e; <strong>Observação institucional</strong></p>



<p>Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou fale com nossos especialistas.</p>



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